THE ARSONIST’S DREAM, A HEARTFELT SPOKEN POEM

Kylli-Sparrek

Texto original no site: http://www.artparasites.com/the-arsonists-dream-a-heartfelt-spoken-poem/

Autor: Nicolas Araujo

E eu estava lá, sozinho no meio do espaço, flutuando no próprio universo. Eu não era nada mais do que o centro de todas as galáxias colapsadas, nada mais do que o tempo e o espaço, carne e osso, preso entre olhares esquálidos tão cego como os outros. Eu podia sentir o cheiro da fumaça que emana do seu corpo decapitado, com o sonho de Júpiter e a beleza de Plutão, que dançou em torno de nós naquele momento.

Lembro do cheiro agradável dos anos, que passou tão perto de mim que eu podia olhar para ele, mesmo com os olhos fechados.Eu podia ouvir o vento soprando, eu podia sentir a idade das árvores na terra, o verde desaparecendo, os dias, os meses, os anos.

De repente eu possuía meu corpo e minha fé novamente, apenas para saber que algo estava despertando dentro de mim. Como se tudo fosse como era para ser, porque atrasando o inevitável é nada mais do que atrasar o momento, a vida, acordar e cuidar daquele ser real.

Há alguns dias eu  sinto como se tudo fosse apenas a mesma coisa, mas tudo faz sentido, quando seus pensamentos são os mesmos, mesmo se você estiver sóbrio, acordado, ou dormindo.

Quando você sorrir, você é tão…

*No contexto, é está no meio de uma situação e vê a sua própria decadência

Áudio do poema declamado pelo Nicolas Araujo: https://soundcloud.com/nicolas-araujo/the-arsonists-dream#t=0:02

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