Ferro de Passar Roupa

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https://www.behance.net/eliciaedijanto

Havia um Self em profundas transmutações, com as cavidades internas e paredes bifurcadas

Estava amassadinho, enrolado atrás das roupas

Pôs-se os ouvidos coladinhos na terra marrom, onde os meninos e os mocambos brincavam

Nesta terra onde tudo nasce também verde

Era um fim de tarde de Sol, e o rio refletia os raios em cima de suas pequenas ondas.

Pode-se ouvir histórias quentes, brandas ternuras, águas térmicas entre os ouvidos

a aliviar os gritos em lassidão.

Ouvir histórias da lua cheia, amaciar o Self, cada lembrança embaraçada se é passada pelas histórias da vida vivida.

E sair com a certeza engomada. Vestir o Self e passear no tempo ser ,portanto, a lembrança e o perfume em uma fotografia.

(Ronaldo Mullan)

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